Provem que sabem tudo sobra essa família super divertida do Lardo do Arouchi! (não sei escrever)
http://www.abril.com.br/quiz/sai-de-baixo/
FC Caco e Magda
terça-feira, 16 de julho de 2013
sábado, 13 de julho de 2013
Na pele de megera preconceituosa, Marisa Orth se opõe á cura gay
'Absurdo tratar como doença', opina a atriz sobre o tema, abordado com leveza e humor em Sangue Bom
Poxa, que coxa! Com pernas de causar inveja, Marisa Orth dá show de corpo e humor emSangue Bom! A atriz dá vida a uma louca desvairada, com muitos problemas familiares e, ainda, valores morais um tanto distorcidos. A trama de Damáris aborda, com a leveza e o bom humor marcantes da trama, temas bastante atuais no país, como a fundação de igrejas e a polêmica “cura gay”.
A atriz diz se divertir quando descobre o que a personagem ainda vai fazer, mas que o mais interessante é a pegada da moral e bons costumes dela. “A cruzada moralizante de Damáris é o que eu acho mais engraçado. O hit dela é este”, confessa a preferência em meio a tantas maluquices. “Seria muito difícil escolher a maior loucura de Damáris, porque logo no início da novela ela já tinha tentado três falsos suicídios, brigou com as mulheres-fruta e fundou uma igreja”, contabiliza. Confira no vídeo acima a doida da Damáris em ação dentro de uma boate gay!
Para Marisa, as loucuras da personagem não estão apenas no mundo fictício e são críticas à sociedade, que vive discussões sobre questões sérias, como a homofobia. Damáris vai tentar "curar" quem for gay. E se na ficção a atitude vai arrancar risadas, na vida real a atriz tem uma opinião sobre o tema bem diferente da defendida por sua personagem: “Eu, pessoalmente, discordo. Sou formada em psicologia e considero um absurdo um profissional poder tratar da homossexualidade como doença.”
(Foto: Sangue Bom/TV Globo)
Além de viver a louca Damáris em Sangue Bom, Marisa está de volta com a Magda em "Sai de Baixo"’ – episódios inéditos do humorístico estão sendo exibidos no canalVIVA. A atriz conta que as gravações foram puxadas e que está muito feliz em reviver esse ícone do humor da televisão brasileira. “Reviver a Magda é como abrir uma casa que estava fechada há muito tempo. Foi muito bom”, conta.
Marisa compara as duas personagens e conta ainda como é o desafio de viver, ao mesmo tempo, dois tipos tão diferentes: “Eu pensei que fosse interpretar a Magda mais velha, mas não. Ela não sofre a ação do tempo. Além disso, continua extremamente burra e, ao mesmo tempo, pura, legal, cabeça aberta. Damáris, pelo contrário, é moralista, articulada, inteligente e muito cretina.”
Sobre a megera doidinha de Sangue Bom, Marisa aposta: “Acho que podemos esperar tudo da Damáris”. Portanto, fique ligado e não perca as confusões de Damáris em Sangue Bom!
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Marisa Orth vai ao teatro em São Paulo
Atrizes Alessandra Maestrini e Ana Lúcia Torre também assistiram à peça ‘Eu não dava praquilo’, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil.
Na noite desta quarta-feira, 10, Marisa Orth foi ao teatro em São Paulo. Além da intérprete de Damáris, de “Sangue bom”, as atrizes Alessandra Maestrini e Ana Lúcia Torre também assistiram ao espetáculo “Eu não dava praquilo”, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Miguel Falabella e Marisa Orth falam sobre a volta do 'Sai de Baixo"
Elenco do programa se reuniu com a imprensa nesta segunda-feira, 3, para falar sobre os quatro novos episódios, produzidos pelo canal Viva.
Jonathan PereiraDo EGO, em São Paulo
Miguel Falabella, Marisa Orth, Aracy Balabanian, Luís Gustavo e Márcia Cabrita se reuniram com a imprensa em São Paulo no início da noite de segunda-feira, 3, para falar sobre os quatro novos episódios de "Sai de Baixo", que serão produzidos para o canal Viva.
No programa, que volta ao ar no próximo dia 11 às 20h30, eles irão reviver respectivamente Caco Antibes, Magda, Cassandra, Vavá e Neide Aparecida, personagens que interpretaram entre 1996 e 2002, quando a atração ia ao ar aos domingos, na Globo.
(Foto: Iwi Onodera/ EGO)
Durante toda a coletiva, Miguel e o elenco fizeram piada sobre o número de convites que cada um dos atores recebeu para levar convidados para assistir à gravação. "Recebemos apenas 6 convites cada um, sinal de que a coisa está feia". Miguel também aproveitou para falar da ausência de Tom Cavalcante e Claudia Jimenez.
"O grande barato é o nosso reencontro, estamos fazendo o que nos deixou felizes. Foi uma montanha-russa, vivemos de tudo ali, tivemos momentos antológicos naquele palco. Dei um nó na minha agenda para estar aqui. Acho uma pena o Tom (Cavalcante) não poder e a Claudia (Jimenez) nao ter querido participar. Mas nos cinco vamos dar conta", disse ele.
Sobre a história de seu personagem, Caco Antibes, nessa nova fase, e o que se passou com Magda (Marisa Orth), contou: "Naquela época Caco era um burguês asqueroso. Agora ele volta ao Arouche depois de ficar 11 anos preso na Dinamarca e Magda ficou perdida esse tempo todo no aeroporto de Cumbica".
Ele desmente também que os dois estejam de fora por desentendimentos. "Comigo não teve isso. Naquela época todos nós brigávamos o tempo todo e saíam fofocas de que a gente se odiava. Então percebi: se estão falando de mais, é sucesso". E promete manter o espírito dos velhos tempos. "Havia uma total trangressão e, como todos nós com exceção talvez do Tom, tinhamos formação teatral, não ultrapassamos os limites. Era uma trangressão teatral, não televisiva. Será uma reunião de velhos amigos. Vou continuar mandando a plateia tomar naquele lugar", avisa.
Marisa Orth, que chegou atrasada, contou que sua personagem não era tão burra quando foi criada: "Na sinopse a Magda era tola, trocava ditados, fútil, consumista, e terminou como uma ameba. Vai continuar bebendo água da privada".
(Foto: Iwi Onodera/ EGO)
Luís Gustavo frisou que gosta de reviver personagens de sucesso. "É uma emoção fazer o mesmo personagem. Já tinha tido a experiência revivendo o Mário Fofoca em 'Tititi'", contou ele. "Não fico mais de 20 minutos em pé, terei de dar meus convites pra equipe médica: cardiologista, ortopedista...", brincou.
Aracy Balabanian explicou como surgiu a iniciativa de reunir o elenco do seriado e recordou um elogiou que recebeu de Dercy Gonçalves. "Esse processo começou em outubro, mas a coisa foi crescendo e agora são quatro episódios. Eu já tinha feito a dona Armênia em 'Rainha da Sucata'. Lembro que encontrei a Dercy Gonçalves no aeroporto antes de fazer 'Deus nos Acuda', que ela também participava, e me deu uma bronca: 'Sucesso não se repete. É igual fracasso. Tem que viver novos personagens'. Depois ela me deu parabéns e disse: 'Que bom que me enganei'".
Miguel relembrou outra passagem de Dercy pela atração. "Que danada ela era! Nos ensaios ela disse 'Mete a mão nos meus peitos!' Quando fiz isso na hora de gravar falou 'o que é isso?' Me tirou o rebolado", recorda, aos risos.
Aracy lembrou de suas dificuldades no programa. "Tinha formação dramática e no início eu não conseguia me controlar, tinha riso frouxo. Então nas primeiras semanas pedi ao Daniel (Filho, diretor) para sair, disse 'eu não sei fazer isso, faço um esforço brutal para não rir'. Ele me deixou rir. Mesmo assim continuo não sabendo fazer até hoje", afirma.
Miguel comentou as constantes críticas ao roteiro na época. "No terceiro episódio reclamamos que o texto não tinha piada, aí o Daniel nos deixava improvisar. Chegávamos no teatro sem decorar o texto, só a Marisa decora, até hoje". As piadas de Caco Antibes sobre pobres também não eram problema. "No começo as pessoas tinham um pouco de receio que eu fizesse, mas eu falo com propriedade. Não é ofensivo, é com afeto".
Marisa Orth sobre papel em 'Sangue Bom': 'Tem muito de Caco Antibes"
Atriz, que é sucesso interpretando a perua louca Damáris depois de sete anos longe das novelas, fala também sobre a chegada dos 50 anos.
Eliane SantosDo Ego, no Rio
A primeira cena de Marisa Orthna pele de Damáris, a perua louca de “Sangue Bom”, foi na audiência de separação de sua personagem, na qual ela ameaça se matar ao tomar comprimidos. No terceiro dia de gravação, a atriz já estava pendurada em cabos de aço para mais uma das artimanhas da figuraça. Apesar da correria e da dedicação, a atriz garante não ficar cansada fisicamente. Além disso, lembrou que não poderia recusar o convite de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villarin.
“Fisicamente não cansa. O difícil é conferir verdade para ela, tornar crível que ela existe”, diz a atriz sobre a personagem que também é a responsável por trazê-la de volta às tramas depois de sete anos afastada dos folhetins.
“Foi acontecendo. Não planejei não fazer novelas, e a minha não presença nas novelas se deveu a minha grande presença em séries como ‘Macho Man’, ‘S.O.S emergência’ e ‘Toma lá dá cá. Mas foi só a Maria Adelaide escrever a Damáris para mim, que vim correndo”, diz ela que está de volta também em quatro episódios inéditos de “Sai de Baixo”, no Canal Viva.
Ao contrário do que imaginou no início da trama, Marisa conta que Damáris é amada nas ruas, e nem as cenas em que ela aparece maltratando empregados, por exemplo, tiram sua popularidade nas ruas.
Nunca me planejei para ser símbolo sexual"
Marisa Orth
Vilã caiu no gosto popular
“As pessoas se apiedam muito dela. Estão gostando, riem da minha cara, dizem que ela é muito engraçada. Mas ela também é um monstro. Tem muito de Caco Antibes ali, ela odeia pobre”, diz rindo.
“As pessoas se apiedam muito dela. Estão gostando, riem da minha cara, dizem que ela é muito engraçada. Mas ela também é um monstro. Tem muito de Caco Antibes ali, ela odeia pobre”, diz rindo.
Perguntada se já enfrentou algum tipo de crise em seus relacionamentos como sua personagem – Damáris foi trocada pelo marido por uma mulher mais nova, a mulher fruta Mulher Mangaba -, Marisa, que completa 50 anos em outubro, diz que não, e que seus problemas sempre vieram da rotina corrida do trabalho.
“Nesses termos que a Damáris, não. Nunca me planejei para ser símbolo sexual. A parte do corpo nunca me preocupou em meus relacionamentos. Como sou artista, minhas dificuldades sempre tiveram relação com a profissão, com horários”, diz a atriz que se relaciona com o músico DaLua há quase quatro anos.
Sobre a nova idade, Marisa diz não se preocupar ou pensar sobre. “Costumo me preocupar com coisas que posso decidir. Com o que não posso, não ligo. Não posso decidir não fazer 50 anos. Também não sei o que vou fazer. Vai ser íntimo”, diz ela, em plena forma.
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